segunda-feira, 14 de julho de 2014

ARMANDO REAGE E ATACA CAMPOS E PAULO CÂMARA

Com a campanha eleitoral entrando oficialmente em sua segunda semana, a campanha pernambucana já é alvo de uma verdadeira batalha. Após o presidenciável Eduardo Campos (PSB) sair em defesa do afilhado político Paulo Câmara (PSB) ao dizer que "governar Pernambuco não é brincadeira de filho de rico", o candidato pelo PTB, senador Armando Monteiro Neto, não deixou barato. Em uma carta enviada à imprensa, a coligação Pernambuco Vai Mais Longe, destacou que Campos, juntamente "com todas as velhas raposas políticas de Pernambuco" escolheu "por critérios de subordinação e obediência cega" um candidato "sem lastro político".

Nesta linha, os ataques desferidos por Campos contra o petebista teriam sido feitos para salvar uma postulação "que não tem tido aderência na população", "reeditando fórmulas gastas, tentando atingir figuras que há pouco tempo endossava publicamente, com juízos de reconhecimento à sua trajetória, idoneidade e competência". A nota traz, ainda, a afirmação de que a máquina estadual está sendo utilizada para favorecer a candidatura de Paulo Câmara.

"Em Pernambuco, em que pese o uso abusivo das máquinas, a utilização de métodos nada republicanos, de ameaças e intimidações dirigidas às lideranças em todas as regiões do Estado, o seu ex-auxiliar, afilhado e contraparente, não decola. Temos certeza de que, no próximo dia 5 de outubro, Pernambuco, Fiel à sua história, vai pronunciar-se de forma independente, repudiando o familiarismo e a tentativa de manutenção do poder a qualquer custo", diz o texto.
A nota também faz uma defesa veemente em torno da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), aliada de Armando em nível estadual. Segundo o texto, Eduardo "tem exercitado um discurso ambíguo, agressivo e contraditório" para viabilizar a sua candidatura ao Planalto.

"Bate em Dilma, poupa Lula, esforça-se para agradar ao setor produtivo, resvala para propostas demagógicas e populistas, pouco responsáveis do ponto de vista fiscal, brada contra as velhas raposas e tenta desconstruir a imagem do governo Dilma", diz o texto.

"Como resultado de tudo isto, a "farsa" da nova política não vem encontrando ressonância. Sua candidatura presidencial definha dada à escassez de apoios e baixíssimos índices nas pesquisas", ressalta o texto.

Com Informações do 247

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