domingo, 7 de setembro de 2014

Servidores do Hospital Getúlio Vargas paralisam atividades a partir de segunda


Os servidores do Hospital Getúlio Vargas, no Cordeiro, Zona Oeste do Recife, vão realizar um ato na frente da unidade e paralisar as atividades por tempo indeterminado na pórxima segunda-feira (8). A decisão foi tomada em uma reunião que discutiu as condições estruturias da unidade de saúde na última sexta-feira (5). 

A paralisação, que teve o apoio do Sindicato dos Servidores da Sáude e Previdência Social (Sindsprev), acontece depois que um pedaço do reboco da sala de recuperação caiu na última terça-feira. Em nota, o sindicato afirmou que "O incidente indicou a fragilidade do prédio e provocou um clima de insegurança entre os servidores, que estão preocupados com o que ainda pode acontecer."

A ala atingida pelo desabamento foi interditada no dia do incidente, mas voltou a funcionar na última quinta-feira (4). Os problemas na estrutura do prédio são antigos e em 2004 ele chegou a ser interditado. 

Uma reforma está sendo realizada pela Secretaria de Sáude de Pernambuco, mas as atividades não foram interropidas. A previsão é que em 6 meses a obra seja concluída. No dia do queda do reboco, a pasta também informou que a Defesa Civil do Recife fez avaliação no bloco e informou que não havia risco de desabamento. O Sindsprev, no entanto. solicitou dos Ministérios Público Federal e Público do Trabalho a imediata interdição do bloco G até que as obras de recuperação do local sejam concluídas. 

Em nota, a Secretaria de Saúde informou que "todos os esforços estão sendo realizados para que não haja interrupção nos atendimentos e procedimentos da unidade."A direção do hospital, ainda, ressaltou que enquanto durarem as obras a Defesa Civil do Governo de Pernambuco irá realizar o monitoramento semanal na unidade e engenheiros da Secretaria da Saúde realizarão inspeções diárias nas áreas do hospital para averiguar a situação predial. A unidade também informou que nesta semana foram realizadas inspeção e recuperação do forro de gesso do bloco cirúrgico da unidade e, após visita técnica da Defesa Civil do Governo de Pernambuco, a área foi liberada, já que não apresentava risco para pacientes e trabalhadores.

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