quinta-feira, 17 de março de 2016

Em Passira, Profissionais de Saúde paralisam atividades em protesto a piso salarial

Os servidores da Secretaria de Saúde do Município de Passira, Agreste de Pernambuco, precisamente os lotados na Unidade Mista Nossa Senhora da Conceição, paralisaram as atividades por um dia em protesto reivindicatório ao defasado piso salarial. Acontece que os Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, auxiliares de limpeza, cozinheiros e demais cargos de nível médio estão sofrendo com o descompromisso da atual gestão em congelar o piso salário durante todo o mandato.

Todos os funcionários efetivos anteriormente aos concursos públicos realizados durante a gestão do ex-prefeito, Miguel Freitas-PP, continuam recebendo piso de miséria. O ex-gestor numa tentativa de igualar o piso ao mínimo em vigência à época anualmente realizava reajustes salarial.

O atual gestor, Severino Silvestre-PSD, em 2012, ano em que disputou as eleições municipais, abraçou a causa salarial de um conjunto de classes trabalhadoras e se comprometeu em reajustar o piso ao mínimo vigente. Em 2013, ano em que o prefeito eleito assumiu, a expectativa era enorme, na época, à reportagem o Secretário de Administração, Pereira Junior, havia informado que a Edilidade Municipal estava realizando um estudo técnico onde indicaria o valor a ser reajustado e que em meados de abril ou maio o resultado sairia para, só assim, aplicar o estudo à realidade. 3 anos e 3 meses a duras penas todos os envolvidos continuam com os pisos defasados e sem nenhum reajuste.

Como receber vencimentos abaixo do salário mínimo é inconstitucional e, inclusive, a lei orgânica do município expressa este fato, a gestão utiliza valores extras para que o mínimo seja equiparado. Porém o que era errado para Silvestre em 2012 (período eleitoral), parece não ser durante a execução do seu mandato.

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