segunda-feira, 12 de junho de 2017

PE confirma mais uma morte por gripe em 2017; vítima é idoso do Recife


Até o dia 3 de junho, Pernambuco registrou 950 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), uma complicação séria da gripe e que é caracterizada pela internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. Desse total, 59 casos tiveram resultado laboratorial positivo para influenza A (H3N2), sendo 29 (49,2%) em crianças menores de 4 anos e 17 (28,8%) em idosos, grupos contemplados pela vacina. Também foram confirmados 15 casos para influenza B. Até o momento, também foi confirmado o segundo óbito do ano, em Pernambuco, causado por H3N2. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a vítima é um idoso do Recife. A primeira morte por gripe deste ano, também de uma idosa, foi divulgada em maio deste ano.

O balanço foi apresentado pela SES na tarde desta segunda-feira (12). O boletim destaca que o total de casos de SRAG deste ano representa um aumento de 8,2% em relação a 2016, com 878 registros. Em 2016, foram confirmados 63 para influenza A (H1N1) e três para influenza B.
Vacinação

Terminou, na última sexta-feira (9/6), a campanha de vacinação contra a influenza em Pernambuco. No Estado, 2.270.896 pessoas (97,4%) foram imunizadas. Dos grupos prioritários, apenas as crianças (84,4%) e gestantes (85,4%) não atingiram a meta mínima de vacinar, no mínimo, 90%. Desses dois grupos, ainda faltam ser vacinados 97.658 meninos e meninas e 15.630 gestantes.

“A campanha acabou, mas os postos de saúde que ainda têm doses da vacina continuarão recebendo o público prioritário para imunizar”, reforça a coordenadora do Programa Estadual de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Ana Catarina de Melo.

Podem ser vacinados: idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), indígenas, pessoas que têm doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, professores dos ensinos básico e superior de escolas públicas e privadas e profissionais de saúde. Importante ressaltar que quem tomou a vacina no ano passado e continua dentro dos grupos prioritários também deve ser imunizado.

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